A deputada Erika Hilton estreou na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara em meio a um ambiente de tensão. A reunião foi marcada por divergências após a exclusão de requerimentos da pauta, o que gerou críticas de parlamentares da oposição.
Entre os pedidos retirados estavam moções relacionadas a declarações da própria presidente e a manifestações de apoio a terceiros. A decisão foi questionada por integrantes do colegiado, que alegaram restrição ao debate, enquanto Hilton afirmou que os itens não atenderiam a critérios técnicos do regimento.
O clima de confronto se manteve ao longo da sessão, com troca de acusações entre parlamentares e defesa da condução dos trabalhos por aliados da presidente. Diante da pressão, a deputada indicou que pode reavaliar os requerimentos, enquanto a comissão tentou retomar a análise de propostas previstas na pauta.