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Bárbara Evans revela dependência de remédio e expõe recaída; assista

Bárbara Evans usou as redes sociais para abrir o coração sobre a dependência de remédio. A famosa fez um desabafo sobre o clonazepam, medicamento que tomava há cinco anos, e o processo de desintoxicação que está passando.

“Eu não consigo, ou não conseguia, dormir sem o Clonazepam (…) Não sabia que ele fazia tão mal a longo prazo, né? Fui entendendo que ele faz muito mal a longo prazo”, revelou.

Segundo Bárbara, o medicamento de 2mg é “o mais forte de todos” e está associado a problemas sérios.

“Pesquisem, conversem com o médico de vocês. Quem toma sem médico tem que ter alguém, um psiquiatra, enfim”, declarou ela. “Estou compartilhando com vocês uma falha minha, um defeito meu, que é o vício nesse remédio que chama Clonazepam”, acrescentou.

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Barbara Evans

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Bárbara Evans posa de biquíni preto durante viagem
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Bárbara Evans posa de biquíni preto durante viagem

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Processo de desintoxicação

Bárbara Evans contou que iniciou acompanhamento psiquiátrico com o objetivo de reduzir o clonazepam. A estratégia foi substituir o medicamento por gominhas de canabidiol (CBD) para dormir.

“No começo eu tomava um comprimido inteiro de clonazepam para dormir. Agora eu estou tomando um quarto, apenas um quarto”, disse ela, que revelou ter tido uma recaída após ansiedade por conta de uma viagem de trabalho.

“Essa noite, eu não consegui dormir, tive uma recaída, tomei meio”, confessou.
“Estou até tremendo, porque eu não consegui dormir. E eu tenho hora para acordar, não posso ficar dormindo até tarde”, explicou.

Desabafo

Na legenda da publicação, Bárbara Evans desabafou: “Hoje eu resolvi abrir algo muito pessoal. Por muito tempo, o clonazepam fez parte da minha rotina. O que muita gente não vê é o quanto esse tipo de medicamento pode, aos poucos, prender, limitar e afetar a nossa vida”.

Ela seguiu: “Eu estou em processo de retirada, com acompanhamento psiquiátrico, com responsabilidade e muito cuidado. Não é fácil. Tem dias bons e dias difíceis. Mas é libertador. Compartilho isso porque sei que não estou sozinha — e talvez você também não esteja”.

E finalizou: “Se você faz uso, não tome decisões sozinho. Procure ajuda, orientação, faça tudo com segurança. Mas saiba: existe vida depois disso. Uma vida mais leve, mais presente, mais saudável. Se esse vídeo tocar você de alguma forma, já valeu a pena eu me expor aqui”.





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