Apesar do otimismo, especialistas ressaltam que a euforia desmedida pode ser perigosa
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Nas últimas semanas, o bitcoin (BTC) vem renovando máximas históricas, chegando a ultrapassar a casa dos US$ 123 mil (R$ 684 mil), em 14 de julho. O mercado cripto voltou aos holofotes. O recorde é resultado de uma combinação rara de fatores, como o avanço regulatório do setor nos Estados Unidos e a entrada de capital institucional via ETFs (fundos negociados em bolsa).
A expectativa de cortes de juros nos EUA, somada aos efeitos do halving — evento que reduz a emissão diária de novos bitcoins pela metade e que aconteceu em abril de 2024 — também cria um ambiente favorável para a valorização do bitcoin, segundo especialistas.
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