Seja Bem Vindo - 08/05/2026 17:54

As 10 Pessoas Mais Ricas do Mundo em Abril de 2026

Março não foi um bom mês para os bilionários, já que tanto o S&P 500 quanto o Nasdaq caíram quase 5% em meio à guerra com o Irã. Nove das dez pessoas mais ricas do mundo entram em abril mais pobres do que estavam no início de março.

Juntas, suas fortunas recuaram mais de US$ 100 bilhões (R$ 516 bilhões), totalizando US$ 2,5 trilhões (R$ 12,9 trilhões) em 1º de abril, à meia-noite (horário do leste dos EUA).

Ainda mais relevante foi a mudança no topo do ranking: apenas quatro integrantes do top 10 do mês passado mantiveram suas posições, incluindo o homem mais rico do mundo, Elon Musk, e o número dois, Sergey Brin.

Apesar de terem preservado suas colocações, Musk e Page estiveram entre os cinco membros do top 10 que perderam ao menos US$ 20 bilhões (R$ 103,2 bilhões) no último mês. A fortuna de Musk caiu US$ 22 bilhões (R$ 113,52 bilhões), para US$ 817 bilhões (R$ 4,21 trilhões).

Ainda assim, ele segue com mais de três vezes a riqueza do segundo colocado, Page, cuja fortuna recuou US$ 20 bilhões (R$ 103,2 bilhões), para US$ 237 bilhões (R$ 1,22 trilhão).

A maior perda foi do francês Bernard Arnault, do conglomerado de luxo LVMH, que caiu da 7ª para a 10ª posição, após seu montante diminuir US$ 28 bilhões (R$ 144,48 bilhões), para US$ 142,5 bilhões (R$ 735,3 bilhões). Outro destaque negativo foi o espanhol Amancio Ortega, do setor de fast fashion, que saiu da 10ª para a 14ª colocação, com queda de US$ 20 bilhões (R$ 103,2 bilhões), para US$ 128 bilhões (R$ 660,48 bilhões). Warren Buffett também deixou o top 10, passando da 9ª para a 11ª posição, após perder US$ 7 bilhões (R$ 36,12 bilhões), ficando com US$ 142 bilhões (R$ 732,72 bilhões).

O herdeiro do Walmart, Rob Walton, perdeu US$ 3 bilhões (R$ 15,48 bilhões), mas, ainda assim, entrou no top 10 pela primeira vez em pelo menos três anos. O outro novo nome da lista deste mês, e o único a registrar ganho, foi o magnata dos PCs Michael Dell, que subiu da 13ª para a 8ª posição, com aumento de US$ 2 bilhões (R$ 10,32 bilhões), alcançando US$ 143,1 bilhões (R$ 738,4 bilhões).

Jeff Bezos também avançou, chegando à 3ª posição pela primeira vez desde outubro, mesmo com uma leve queda de US$ 1 bilhão (R$ 5,16 bilhões), para US$ 223 bilhões (R$ 1,15 trilhão). Ele trocou de lugar com o cofundador do Google Sergey Brin, que caiu para a 4ª posição pela primeira vez desde janeiro, após perder US$ 18 bilhões (R$ 92,88 bilhões), ficando com US$ 219 bilhões (R$ 1,13 trilhão).

A Forbes acompanha os bilionários do mundo desde 1987. Em março de 2026, foram identificados 3.428 deles na lista anual.

Quem é a mulher mais rica do mundo?

A mulher mais rica do planeta é Alice Walton, filha de Sam Walton, fundador do Walmart. Em 1º de abril de 2026, ela tinha uma fortuna estimada em US$ 131 bilhões (R$ 675,96 bilhões) e ocupava a 13ª posição entre as pessoas mais ricas do mundo, ante o 14º lugar no mês anterior.

Sua riqueza vem de sua participação no Walmart, herdada de seu pai. Seus irmãos Rob, Jim e John (falecido em 2005) também herdaram participações da empresa. A viúva de John, Christy Walton, e o filho deles, Lukas Walton, herdaram a fatia de John e ambos aparecem na lista de bilionários da Forbes.

Quem são as 10 pessoas mais ricas do mundo?

  1. Elon Musk
  2. Larry Page
  3. Jeff Bezos (subiu da 4ª posição)
  4. Sergey Brin (caiu da 3ª posição)
  5. Mark Zuckerberg
  6. Larry Ellison
  7. Jensen Huang (subiu da 8ª posição)
  8. Michael Dell (subiu da 13ª posição)
  9. Rob Walton (subiu da 11ª posição)
  10. Bernard Arnault (caiu da 7ª posição)

1. Elon Musk

Fortuna: US$ 817 bilhões (R$ 4,21 trilhões) (queda de US$ 22 bilhões — R$ 113,52 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: SpaceX, Tesla

Idade: 54 anos

Residência: Austin, Texas

Cidadania: Estados Unidos

Em 3 de fevereiro, Elon Musk se tornou a primeira pessoa da história a atingir uma fortuna de US$ 800 bilhões (R$ 4,13 trilhões) ou mais, após a SpaceX adquirir sua empresa de inteligência artificial e redes sociais, a xAI.

A Forbes estima que o acordo, que avaliou a empresa combinada em US$ 1,25 trilhão (R$ 6,45 trilhões), aumentou a fortuna de Musk em US$ 84 bilhões (R$ 433,44 bilhões), para um recorde de US$ 852 bilhões (R$ 4,39 trilhões).

Antes do negócio, Musk detinha 42% da SpaceX, participação avaliada em US$ 336 bilhões (R$ 1,73 trilhão), com base em uma oferta realizada em dezembro que avaliou a empresa em US$ 800 bilhões (R$ 4,13 trilhões). Ele também possuía 49% da xAI, avaliados em US$ 122 bilhões (R$ 629,52 bilhões), com base em uma rodada de captação privada em janeiro que atribuiu valor de US$ 250 bilhões (R$ 1,29 trilhão) à companhia.

Após a fusão, que avaliou a SpaceX em US$ 1 trilhão (R$ 5,16 trilhões) e a xAI em US$ 250 bilhões (R$ 1,29 trilhão), a Forbes estima que Musk agora possui 43% da empresa combinada, participação avaliada em US$ 542 bilhões (R$ 2,80 trilhões). Seu ativo mais valioso, a SpaceX — da qual é CEO — planeja realizar um IPO ainda este ano.

Em 6 de novembro, acionistas da Tesla aprovaram um pacote de remuneração recorde que pode conceder a Musk até US$ 1 trilhão (R$ 5,16 trilhões) em ações adicionais, caso a empresa atinja metas de desempenho ambiciosas, como multiplicar por mais de oito vezes seu valor de mercado nos próximos 10 anos. Musk possui 12% das ações da Tesla e já utilizou parte delas como garantia para empréstimos. Em 19 de dezembro, a Suprema Corte de Delaware restabeleceu suas opções de ações da Tesla, que haviam sido anuladas por uma instância inferior em 2024.

Nascido na África do Sul, Musk mudou-se para o Canadá antes de completar 18 anos, trabalhou em diversos empregos, ingressou na Queen’s University, em Ontário, e depois se transferiu para a Universidade da Pensilvânia, onde se formou em economia.

Em 2000, ele fundiu o banco digital X.com, do qual foi cofundador, com outra empresa criada por Peter Thiel, dando origem ao PayPal, adquirido pelo eBay em 2002 por US$ 1,4 bilhão (R$ 7,22 bilhões). Musk fundou a SpaceX em 2002, em El Segundo, próximo a Los Angeles. Em 2004, tornou-se investidor e presidente do conselho da Tesla, um ano após a fundação da empresa; posteriormente, recebeu o título de cofundador. Tornou-se CEO da Tesla em 2008 e levou a companhia à bolsa em 2010.

Musk também foi cofundador da OpenAI, ao lado de Sam Altman, em 2015, inicialmente como uma organização sem fins lucrativos, mas deixou o conselho três anos depois. Mais recentemente, Musk e a OpenAI travam uma disputa judicial sobre eventual compensação por suas contribuições iniciais.

Ele se tornou a pessoa mais rica do mundo pela primeira vez em setembro de 2021 e liderou o ranking durante a maior parte de 2022, antes de perder a posição em dezembro daquele ano. Retomou o topo em 8 de junho de 2023 e manteve a liderança até o fim de 2023.

Em 31 de janeiro de 2024, caiu para a segunda posição, mas voltou ao primeiro lugar no fim de maio de 2024, mantendo-se desde então. Em outubro, tornou-se a primeira pessoa a atingir US$ 500 bilhões (R$ 2,58 trilhões). Em dezembro, ultrapassou as marcas de US$ 600 bilhões (R$ 3,10 trilhões) e US$ 700 bilhões (R$ 3,61 trilhões). Em fevereiro, sua fortuna superou US$ 800 bilhões (R$ 4,13 trilhões).

2. Larry Page

Fortuna: US$ 237 bilhões (R$ 1,22 trilhão) (queda de US$ 20 bilhões — R$ 103,2 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: Google

Idade: 52 anos

Residência: Palo Alto, Califórnia

Cidadania: Estados Unidos

Page percorreu um longo caminho até alcançar o posto de segunda pessoa mais rica do planeta. Quando a Forbes consolidou a lista de bilionários de 2025, em março do ano passado, ele ocupava a 7ª posição, com uma fortuna estimada em US$ 144 bilhões (R$ 743,04 bilhões). Há uma década, estava na 19ª colocação.

Page cofundou o mecanismo de busca Google com o colega de doutorado em Stanford Sergey Brin em 1998 e atuou como CEO até 2001 e novamente entre 2011 e 2015. Atualmente, integra o conselho da Alphabet, controladora do Google, e continua sendo acionista controlador. Segundo relatos, trabalha em uma nova startup de inteligência artificial chamada Dynatomics, focada na fabricação de produtos.

No fim de 2024, o Departamento de Justiça dos EUA afirmou que o Google deveria vender o navegador Chrome para reduzir sua dominância online. Em resposta, a empresa declarou que a medida prejudicaria os consumidores e a liderança tecnológica americana. A decisão pode ter influenciado a presença do CEO da Alphabet, Sundar Pichai, na posse de Donald Trump em janeiro de 2025. No maior caso antitruste em décadas, um juiz federal decidiu, em setembro de 2025, que o Google não precisa vender o Chrome.

Page foi investidor fundador da empresa de mineração de asteroides Planetary Resources, adquirida pela empresa de blockchain ConsenSys em 2018. Recentemente, comprou uma casa na Flórida, aparentemente em resposta à possibilidade de a Califórnia taxar grandes fortunas.

3. Jeff Bezos

Fortuna: US$ 223 bilhões (R$ 1,15 trilhão) (queda de US$ 1 bilhão — R$ 5,16 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: Amazon

Idade: 61 anos

Residência: Miami, Flórida

Cidadania: Estados Unidos

Bezos conduz uma reestruturação controversa no jornal Washington Post, que inclui a demissão de um terço dos funcionários. Ele vem sendo criticado por muitos, que o acusam de comprometer o veículo que adquiriu em 2013 sob grande repercussão. Seus interesses, porém, parecem estar voltados para outras áreas.

Bezos é atualmente, segundo relatos, co-CEO de uma startup de inteligência artificial chamada Project Prometheus. Avaliada em US$ 30 bilhões (R$ 154,8 bilhões), a empresa, focada em engenharia e manufatura, estaria levantando dezenas de bilhões em investimentos. Trata-se de seu primeiro cargo operacional desde que deixou o posto de CEO da Amazon.

Bezos fundou a gigante do comércio eletrônico Amazon em 1994 e comandou a empresa como CEO até julho de 2021 (permanece como presidente executivo). No mesmo mês, viajou ao espaço em um foguete da Blue Origin, companhia espacial privada que criou e financiou com bilhões de dólares.

Antes de criar a Amazon em sua garagem em Seattle, trabalhou no McDonald’s na adolescência, formou-se em Princeton e atuou em Nova York no fundo de hedge D.E. Shaw. A Amazon começou como uma livraria online em um período em que poucas pessoas compravam pela internet. A empresa também passou a dominar o mercado de computação em nuvem e expandiu para a produção de filmes e séries, fortalecendo o Amazon Prime Video.

Bezos foi a pessoa mais rica do mundo na lista anual da Forbes entre 2018 e 2021; caiu para a segunda posição em 2022, ocupou o 3º lugar de 2023 a 2025 e aparece na 4ª posição no ranking de 2026.
Em 2019, Bezos e sua esposa MacKenzie se divorciaram; no acordo, ela recebeu 4% das ações da Amazon e ele manteve 12%. Desde então, vendeu e doou parte de sua participação, passando a deter 8% da empresa.

Desde o IPO da Amazon, em 1997, a Forbes calcula que Bezos já vendeu mais de US$ 49 bilhões (R$ 252,84 bilhões) em ações. Por meio da Bezos Expeditions, investiu em diversas empresas, incluindo Airbnb e a desenvolvedora de software Workday.

4. Sergey Brin

Fortuna: US$ 219 bilhões (R$ 1,13 trilhão) (queda de US$ 18 bilhões — R$ 92,88 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: Google

Idade: 52 anos

Residência: Los Altos, Califórnia

Cidadania: Estados Unidos

Enquanto Page mantém um perfil discreto, Brin voltou a atuar na estratégia de inteligência artificial da Alphabet. Ele saiu parcialmente da aposentadoria para contribuir com ajustes no chatbot Gemini do Google em 2024 e foi listado como “colaborador principal” quando o modelo foi lançado, em dezembro daquele ano. Assim como seu cofundador, integra o conselho da Alphabet e é acionista controlador.

No fim de novembro, Brin informou a doação de US$ 1,1 bilhão (R$ 5,68 bilhões) em ações da Alphabet, quase todas destinadas à sua organização sem fins lucrativos Catalyst4, que atua em pesquisas sobre doenças do sistema nervoso central e mudanças climáticas. Brin, que teria comprado casas em Malibu e na região de Lake Tahoe (lado de Nevada), também apoia uma organização sem fins lucrativos na Califórnia voltada a tornar moradias mais acessíveis, enquanto o estado avalia a criação de um imposto sobre grandes fortunas.

5. Mark Zuckerberg

Fortuna: US$ 196 bilhões (R$ 1,01 trilhão) (queda de US$ 27 bilhões — R$ 139,32 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: Meta (Facebook)

Idade: 41 anos

Residência: Palo Alto, Califórnia

Cidadania: Estados Unidos

Zuckerberg cofundou o Facebook em 2004, quando era estudante em Harvard. Hoje rebatizada como Meta, a empresa se tornou a maior rede social do mundo, com bilhões de usuários. Também é proprietária do Instagram e do WhatsApp, ambos adquiridos e significativamente expandidos sob sua gestão. Zuckerberg permanece como CEO e ainda detém cerca de 13% da companhia.

Em outubro, esteve na plateia do prêmio Innovator of the Year, do Wall Street Journal, quando sua esposa, Priscilla Chan, recebeu o principal reconhecimento por sua atuação filantrópica voltada à cura e prevenção de doenças.

Na ocasião, a cantora Billie Eilish questionou o público: “Se você é bilionário, por que é bilionário?”. Em fevereiro, Zuckerberg e Priscilla foram vistos na primeira fila de um desfile da Prada em Milão. Meta e Prada estariam colaborando no desenvolvimento de óculos inteligentes de alto padrão.

6. Larry Ellison

Fortuna: US$ 189 bilhões (R$ 975,24 bilhões) (queda de US$ 2 bilhões — R$ 10,32 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: Oracle

Idade: 81 anos

Residência: Manalapan, Flórida

Cidadania: Estados Unidos

Em agosto, Larry Ellison se uniu ao filho, David, para viabilizar a fusão entre a Paramount e a Skydance Media. Agora, a dupla aposta em um movimento ainda maior: a Warner Bros. Discovery aceitou recentemente a proposta de US$ 111 bilhões (R$ 572,76 bilhões) da Paramount para adquirir o grupo de mídia. Caso seja aprovada pelos reguladores, a operação, uma das maiores da história, dará aos Ellison enorme influência sobre o setor de mídia nos EUA — reunindo CBS e CNN, integrando HBO Max e Paramount+, e colocando Warner Bros. e Paramount Pictures sob o mesmo controle.

Isso se soma ao império tecnológico e imobiliário já consolidado por Ellison, diretor de tecnologia da Oracle e vizinho do presidente Donald Trump. Antigo residente da Califórnia, ele afirmou em 2020 que havia se mudado integralmente para a ilha havaiana de Lanai (avaliada em mais de US$ 1 bilhão — R$ 5,16 bilhões), mas recentemente alterou oficialmente sua residência para Manalapan, na Flórida, a cerca de 20 minutos de Mar-a-Lago.

Apesar das negociações e da proximidade com Trump, grande parte de sua fortuna ainda vem da Oracle, empresa de software que cofundou em 1977. Suas ações na companhia valem atualmente quase US$ 160 bilhões (R$ 825,6 bilhões), após ajustes por papéis dados em garantia.

A Oracle integrou um consórcio que adquiriu as operações do TikTok nos EUA em um acordo que avaliou a empresa em US$ 14 bilhões (R$ 72,24 bilhões), em janeiro.

Em setembro, Ellison chegou a ser brevemente a segunda pessoa mais rica do mundo, com patrimônio de US$ 400 bilhões (R$ 2,06 trilhões), impulsionado pela valorização das ações da Oracle após projeções positivas para seu negócio de nuvem. Desde então, os papéis caíram mais de 50%, diante de dúvidas sobre uma possível bolha de IA e a rentabilidade da divisão.

7. Jensen Huang

Fortuna: US$ 151 bilhões (R$ 779,16 bilhões) (queda de US$ 3 bilhões — R$ 15,48 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: Semicondutores

Idade: 62 anos

Residência: Los Altos, Califórnia

Cidadania: Estados Unidos

Huang cofundou a Nvidia em 1993 e atua como CEO e presidente desde então. Ele detém cerca de 3% da companhia, que abriu capital em 1999. Sob sua liderança, as GPUs da Nvidia dominaram inicialmente o mercado de jogos e, posteriormente, tornaram-se essenciais para a inteligência artificial, ajudando a empresa a atingir valor de mercado de US$ 5 trilhões (R$ 25,8 trilhões) em outubro.

Nascido em Taiwan, Huang mudou-se ainda criança para a Tailândia, mas, diante da instabilidade política, sua família enviou ele e o irmão para os Estados Unidos.

8. Michael Dell

Fortuna: US$ 143,1 bilhões (R$ 738,4 bilhões) (alta de US$ 2 bilhões — R$ 10,32 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: Dell Technologies

Idade: 61 anos

Residência: Austin, Texas

Cidadania: Estados Unidos

Dell começou aos 19 anos, vendendo computadores de seu quarto na Universidade do Texas, alcançando uma receita bruta de US$ 80 mil (R$ 412,8 mil) até o fim do primeiro ano da faculdade. Hoje, é presidente do conselho e CEO da Dell Technologies, formada em 2016 por meio da fusão de US$ 60 bilhões (R$ 309,6 bilhões) entre a Dell e a gigante de armazenamento de dados EMC.

Ele levou a empresa que leva seu sobrenome à bolsa em 1988, depois a retirou do mercado em 2013, com apoio da gestora de private equity Silver Lake Partners, e a listou novamente no fim de 2018, após uma complexa reestruturação financeira.

A VMware, braço de software em nuvem da Dell, foi desmembrada em 2021; em 2023, a fabricante de chips Broadcom a comprou por US$ 69 bilhões (R$ 356,04 bilhões), dos quais 39% ficaram com Dell.

9. Rob Walton

Fortuna: US$ 142,6 bilhões (R$ 735,82 bilhões) (queda de US$ 3 bilhões — R$ 15,48 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: Walmart

Idade: 81 anos

Residência: Bentonville, Arkansas

Cidadania: Estados Unidos

Rob Walton é o filho mais velho de Sam Walton, fundador do Walmart, e assumiu o cargo de presidente do conselho após a morte do pai, em 1992. Ele deixou a presidência em 2015 e foi sucedido pelo genro, Greg Penner. Em 2024, saiu também do conselho da companhia.

Rob é um dos cinco herdeiros bilionários de Sam Walton, que compartilham, ao lado de fundos filantrópicos ligados ao irmão de Rob, John Walton (falecido em 2005), uma participação de quase 45% no Walmart. Rob é dono do time Denver Broncos, da NFL, junto com a filha e o genro, e, segundo relatos, comprou discretamente uma fatia de 10% no Arizona Diamondbacks, da MLB, há dois anos.

10. Bernard Arnault

Fortuna: US$ 142,5 bilhões (R$ 735,3 bilhões) (queda de US$ 28 bilhões — R$ 144,48 bilhões — em relação ao mês anterior)

Fonte: LVMH / artigos de luxo

Idade: 76 anos

Residência: Paris

Cidadania: França

Arnault é CEO e presidente do conselho do grupo de luxo LVMH. O pai de Arnault ganhou milhões no setor de construção civil; para iniciar sua trajetória, ele usou US$ 15 milhões (R$ 77,4 milhões) dessa fortuna para comprar a Christian Dior.

Desde então, construiu a maior empresa de bens de luxo do mundo, com cerca de 70 marcas de moda e cosméticos, entre elas Louis Vuitton, Christian Dior, Moët & Chandon, Sephora e a joalheria Tiffany & Co.

Os cinco filhos de Arnault trabalham em diferentes áreas do império LVMH. Em 2024, ele indicou dois de seus filhos — Alexandre e Frédéric — para o conselho da LVMH; Alexandre foi nomeado CEO adjunto da divisão de vinhos e destilados do grupo. Sua filha Delphine, que comanda a Dior, e seu filho Antoine já integram o conselho.

Também em 2024, Arnault nomeou Frédéric como chefe da holding familiar da LVMH. O filho mais novo, Jean, é diretor da área de relógios da Louis Vuitton. Arnault foi a pessoa mais rica do mundo durante boa parte do primeiro semestre de 2023 e novamente entre fevereiro e o fim de maio de 2024.

*Reportagem originalmente publicada em Forbes.com



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