Doom: The Dark Ages funciona como uma prequela direta de Doom (2016) e Doom Eternal, mas com uma proposta narrativa inédita: mostrar a origem do lendário Doom Slayer. Aqui, ele é apresentado não como o guerreiro invencível que conhecemos, mas como uma espécie de campeão escravizado pelos Maykrs — as entidades quase divinas já conhecidas dos jogos anteriores. A trama explora como ele se tornou o símbolo da destruição infernal, mergulhando mais na mitologia da franquia.
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Apesar de uma campanha mais cinematográfica, com cutscenes e um pouco mais de história, ela ainda não consegue entregar algo totalmente aprofundado com uma narrativa densa, não que seja necessário, mas já que teria mais cutscenes, poderiam ter aprofundado melhor.
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