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Eficiência Energética e Sustentabilidade: Inpasa Acelera Inovação Industrial

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Na unidade de Dourados (MS), onde a tecnologia está mais avançada, a empresa já reduziu em 70% a captação de água nas torres de resfriamento

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A corrida por soluções mais limpas e eficientes tem acelerado mudanças no setor de biocombustíveis na América Latina. No centro desse movimento, a Inpasa, uma das maiores produtoras de etanol de grãos do continente, aposta em tecnologias que combinam ganhos ambientais, redução de custos e padronização de processos. Entre as iniciativas em andamento, estão sistemas de reaproveitamento energético, regeneração de água e automação em larga escala.

“Nós temos duas frentes principais: uma voltada para a eficiência energética e outra para a eficiência industrial, sempre com foco na melhoria da qualidade dos produtos e coprodutos”, destaca Éder Lopes, conselheiro executivo da Inpasa.

Um dos avanços mais relevantes, segundo ele, foi a implantação de um circuito integrado capaz de recuperar energia de partes da planta industrial e convertê-la em efluentes que geram biogás. A água residual, tratada com osmose e ultrafiltração, é reintroduzida no sistema produtivo, reduzindo de forma significativa a necessidade de captação externa.

“Conseguimos integrar três ganhos em um único processo: economia de energia, geração de biogás e redução no consumo de água. O rejeito passa por um processo que permite seu reuso completo na própria planta, fechando o ciclo de maneira eficiente”, afirma Wagner Langner, vice-presidente industrial da companhia.

Na unidade de Dourados (MS), onde a tecnologia está mais avançada, a empresa já reduziu em 70% a captação de água nas torres de resfriamento. A economia de energia térmica está na casa dos 22%, com perspectiva de chegar a 40% à medida que os ajustes forem implementados em outras unidades.

A automação tem papel estratégico nesse processo. De acordo com Langner, ela é um dos pilares da companhia desde a sua fundação. “O principal objetivo da automação é garantir padrão e qualidade. Um processo automatizado reduz variações e melhora a eficiência”, afirma.

Outro diferencial está no modelo energético adotado pela Inpasa. Enquanto produtores nos Estados Unidos utilizam gás natural, a companhia opera com biomassa. A escolha, aliada ao uso do milho de segunda safra — que exige menor quantidade de fertilizantes nitrogenados —, contribui para uma redução expressiva na pegada de carbono.

“O nosso milho tem um índice de emissão muito menor. E, dentro da planta, reutilizamos energia em cascata. A mesma energia é usada até três vezes, em diferentes processos. Isso nos torna mais sustentáveis e menos dependentes de insumos externos”, explica Langner.

A autossuficiência energética das biorrefinarias também é apontada como um ponto relevante. Embora o aumento do uso de energia térmica possa reduzir momentaneamente a cogeração elétrica, o modelo adotado busca ganhos operacionais mais consistentes no longo prazo.

“A gente está sempre buscando o equilíbrio entre eficiência, custo e sustentabilidade. A tecnologia está aí para transformar o que antes era impossível em rotina industrial”, conclui o vice-presidente.

*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores e não reflete, necessariamente, a opinião da FORBES Brasil e de seus editores.





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