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Golpistas usavam nome de secretário para vender estandes falsos no DF

Uma quadrilha suspeita de vender estandes de forma fraudulenta em um evento natalino do Governo do Distrito Federal (GDF), realizado em 2025, foi alvo de operação da Polícia Civil do Distrito Federal na manhã desta terça-feira (3/3). O prejuízo estimado é de R$ 200 mil.

Veja:

As investigações apontam que os estelionatários utilizavam nomes de pessoas públicas, incluindo o de um secretário do governo, para aplicar os golpes
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As investigações apontam que os estelionatários utilizavam nomes de pessoas públicas, incluindo o de um secretário do governo, para aplicar os golpes

Divulgação/PCDF

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no Lago Sul e na Vila Planalto
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Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no Lago Sul e na Vila Planalto

Divulgação/PCDF

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no Lago Sul e na Vila Planalto
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Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no Lago Sul e na Vila Planalto

Divulgação/PCDF

Durante as buscas, os policiais apreenderam documentos relacionados às fraudes, além de celulares e computadores
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Durante as buscas, os policiais apreenderam documentos relacionados às fraudes, além de celulares e computadores

Divulgação/PCDF

Uma quadrilha suspeita de vender estandes de forma fraudulenta em um evento natalino do Governo do Distrito Federal (GDF) foi alvo de operação
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Uma quadrilha suspeita de vender estandes de forma fraudulenta em um evento natalino do Governo do Distrito Federal (GDF) foi alvo de operação

Divulgação/PCDF

Durante as buscas, os policiais apreenderam documentos relacionados às fraudes, além de celulares e computadores
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Durante as buscas, os policiais apreenderam documentos relacionados às fraudes, além de celulares e computadores

Divulgação/PCDF

Durante as buscas, os policiais apreenderam documentos relacionados às fraudes, além de celulares e computadores
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Durante as buscas, os policiais apreenderam documentos relacionados às fraudes, além de celulares e computadores

Divulgação/PCDF

Batizada de Noite Infeliz, a operação é conduzida pela Divisão de Falsificação e Defraudações (Difraudes), vinculada à Coordenação de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial e Fraudes (Corf).

As investigações apontam que os estelionatários utilizavam nomes de pessoas públicas, incluindo o de um secretário do governo, para aplicar os golpes.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no Lago Sul e na Vila Planalto. Durante as buscas, os policiais apreenderam documentos relacionados às fraudes, além de celulares e computadores.

Segundo a corporação, as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes do grupo e tentar recuperar os valores pagos pelas vítimas.



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