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Suzano Adota Venda de Ativos e Reforça Disciplina Financeira

Divulgação/Suzano

Letreiro da empresa em unidade administrativa

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A Suzano reduziu nesta quinta-feira a meta de dívida líquida em cerca de 8%, de R$12 bilhões para R$11 bilhões, definindo um objetivo de alavancagem de até 2,5 vezes, afirmou o vice-presidente financeiro, Marcos Assumpção, em apresentação a investidores.

O executivo citou ainda que o plano de desalavancagem da maior produtora de celulose de eucalipto do mundo inclui a venda de ativos não essenciais, um payout mínimo de dividendos, programas “mais seletivos” de recompras de ações e redução de investimentos. A companhia encerrou setembro com alavancagem em dólares de 3,3 vezes.

Segundo Assumpção, a companhia quer estar preparada para “eventuais oportunidades” que surgirem no mercado, em meio a uma indústria global de celulose que atravessa um ciclo deprimido de preços, alta de custos, mudanças climáticas e fechamentos de capacidades em mercados desenvolvidos.

“É a primeira vez que falamos sobre venda de ativos não essenciais”, disse Assumpção. “E isso é focado em duas áreas principais: terras e ativos de infraestrutura.”

O executivo afirmou que a Suzano pode vender terras próximas a centros urbanos para interessados do setor imobiliário, o que valoriza o ativo dado o crescimento do mercado da construção civil no país.

No lado da infraestrutura, o executivo citou como exemplos três terminais portuários e terminais ferroviários da companhia. “Esse tipo de infraestrutura, que acreditamos não estar precificada em nossa ação, pode ser uma fonte de capital no futuro”, disse Assumpção.

O presidente-executivo da Suzano, João Alberto Fernandez de Abreu, frisou que os planos de venda de ativos não incluem “nenhuma grande venda. Somos uma companhia grande. Se você olhar, vai achar elementos que podemos desinvestir e gerar caixa. Não tem nenhum grande elemento de desinvestimento.”

No lado operacional, a Suzano espera conseguir uma capacidade de produção de 2,7 milhões de toneladas de celulose de eucalipto em sua fábrica em Ribas do Rio Pardo (MS) em 2027, acima da capacidade nominal da instalação conhecida como Projeto Cerrado, de 2,55 milhões de toneladas por ano.

O vice-presidente de operações de celulose da Suzano, Aires Galhardo, afirmou que esse incremento de capacidade deve ocorrer por meio de melhorias operacionais, sem necessidade de investimentos significativos.

Galhardo citou que a fábrica deve exceder sua capacidade nominal este ano, produzindo 2,57 milhões de toneladas.





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