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Tênis Vira Experiência de Viagem e Ganha Roteiros para Jogar em Quadras Icônicas do Mundo

Impulsionado por novos ídolos e o resgate da estética retrô do “tenniscore”, o tênis vive seu maior hype. Muito além das quadras profissionais, o esporte consolidou de vez seu status como estilo de vida.

É de olho nesse movimento focado em lifestyle que a Fila decidiu explorar o universo do tênis de outra perspectiva: a do turismo de alto padrão. A marca acaba de lançar o Tennis Hunter, um projeto que transforma quadras icônicas ou cinematográficas em destinos para pequenos grupos de viajantes apaixonados pelo esporte.

A iniciativa nasceu da paixão do empresário catarinense André Sada, que atua no setor de entretenimento e joga torneios amadores há mais de uma década. O que começou em 2017 como um perfil no Instagram para registrar suas viagens a locações inusitadas de tênis evoluiu de hobby para uma plataforma de negócios quando a diretoria da Fila Brasil comprou a visão.

DivulgaçãoUm dos destinos fica em Positano, na Itália

Foi vivenciando esse universo que Sada notou uma lacuna clara no mercado de turismo esportivo: o tênis não oferecia roteiros de viagem estruturados como outras modalidades. “As pessoas normalmente estão acostumadas a pagar para ir a maratonas ou para experiências de esqui, mas no tênis isso é algo inédito a nível mundial”, explica o embaixador e idealizador da iniciativa à Forbes Brasil. Segundo ele, o mercado costuma limitar a experiência do tenista amador a estadias em academias focadas estritamente na técnica, deixando de lado o apelo cultural e turístico.

Members club do tênis

A dinâmica da viagem do Tennis Hunter quer fugir do modelo convencional de pacotes turísticos. A ideia é ter grupos pequenos, com no máximo 12 participantes por edição, de olho em experiências intimistas. “Queremos algo quase como um clube de membros, com pessoas que compartilham esse mesmo interesse”, diz Sada. Os interessados – de um público-alvo que orbita entre empresários, famílias, influenciadores e formadores de opinião – precisarão aplicar para as vagas e passar por uma aprovação e curadoria da plataforma.

A cada viagem, o grupo será acompanhado por um nome de peso do circuito mundial. Para a estreia, marcada para junho na Itália, a presença confirmada é a do argentino Diego Schwartzman, ex-número 8 do mundo e semifinalista de Roland Garros, que se aposentou recentemente das quadras profissionais.

Getty ImagesDiego Schwartzman é um dos nomes confirmados no projeto

Além de sessões de quadra, o roteiro inclui jantares, encontros e atividades pensadas para estimular conexões entre os participantes. A proposta, segundo o embaixador, é criar um ambiente raro mesmo para quem acompanha o circuito de perto. “Levar um ex-top 10 do mundo para compartilhar dois dias de quadra com um grupo tão pequeno é algo muito íntimo”.

O projeto também reflete uma tendência crescente no turismo de alto padrão: as chamadas microcomunidades de viagem, grupos formados por afinidades específicas – de gastronomia a esportes ou cultura – e interessados em experiências cada vez mais personalizadas.

Made in Italy

O Tennis Hunter faz parte de um movimento mais amplo de reposicionamento da Fila no universo do tênis, esporte que ajudou a consolidar a identidade da marca ao longo do século 20. Nascida na Itália, a terra natal da label foi a escolhida para estrear o projeto – mais especificamente Positano, na Costa Amalfitana.

É ali onde fica a quadra do hotel Il San Pietro di Positano, de frente para o Mar Mediterrâneo. “Ela fica encravada na costa, na frente da água. É um lugar muito único, considerado por muitos como a quadra de tênis mais linda do mundo”, diz Sada.

DivulgaçãoHotel Il San Pietro di Positano

O primeiro grupo acontecerá de 8 a 11 de junho. As datas foram escolhidas estrategicamente para captar o público que já viaja à Europa nesta época, logo após a final de Roland Garros e do Grande Prêmio de Mônaco.

Positano, porém, é apenas o primeiro passo de um roteiro ambicioso. A curadoria do Tennis Hunter já mapeou mais de 20 destinos ao redor do mundo, dos mais tradicionais aos inusitados. No radar estão países como Nepal, Filipinas, e roteiros nos países nórdicos. “A ideia é fazer edições no Butão e no Nepal, que levam a experiência para um lado mais espiritual e de superação. Na Islândia, queremos juntar a história da Aurora Boreal com o tênis”, antecipa o embaixador.

DivulgaçãoPositano é o primeiro de outros 20 destinos já mapeados para o projeto

Além destes, lugares consagrados como a Riviera Francesa, Estados Unidos, Croácia e Caribe também estão previstos no escopo global do projeto.

O Brasil não está de fora do planejamento. Embora a fase atual foque na internacionalização e na visibilidade global da plataforma assinada pela operação brasileira da Fila, destinos nacionais já estão na mira para edições futuras. As quadras de propriedades da Belmond em Foz do Iguaçu e do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, além de um local mantido em segredo em São Paulo, são cenários potenciais para receber as “caçadas” do projeto em solo brasileiro.



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