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Viúvo de Carlos Filhar revela luta do influencer contra depressão

Arthur Borges, viúvo de Carlos Filhar, influenciador que morreu no último dia 7 de abril após ter deixado uma carta de despedida publicada nas redes sociais, comentou à coluna o estado emocional vivido pelo companheiro.

Segundo ele, Carlos fazia tratamento contra depressão, utilizava medicação diária e também convivia com ansiedade.

Em seu relato o viúvo afirmou que o influenciador já carregava dores anteriores ao relacionamento.

“O Carlos já enfrentava a depressão antes mesmo da gente se conhecer. Ele fazia tratamento, tomava medicação, e eu sempre soube que existiam dores dentro dele que iam muito além de qualquer coisa que eu pudesse controlar”, declarou.

“Eu vi o Carlos voltar a sorrir”

Ele também contou que, apesar das dificuldades, percebeu mudanças positivas durante o relacionamento. “Quando a gente se encontrou, algo mudou. A gente viveu momentos que foram reais, de verdade, intensos e cheios de vida. Eu vi o Carlos voltar a sorrir, voltar a dar risada de verdade. Vi ele enxergar a vida com mais cor, como se o céu voltasse a ser azul de novo”, disse.

Arthur ainda citou o conteúdo da carta deixada por Carlos antes de morrer. De acordo com ele, o influenciador registrou que os anos vividos ao lado do companheiro representaram os melhores momentos de sua vida.

“Eu carrego isso comigo. Não como defesa, mas como verdade. Porque no meio de tanta dor e de tantos julgamentos, eu sei do que a gente viveu”, afirmou.

Carlos Filhar e Arthur Borges.
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Carlos Filhar e Arthur Borges.

Reprodução/Redes sociais.

Arthur Borges e Carlos Filhar.
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Arthur Borges e Carlos Filhar.

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Arthur Borges e Carlos Filhar.

Reprodução/Redes sociais.

Desabafou sobre ataques

Responsabilizado por parte dos internautas nas redes sociais após a morte, Arthur também comentou os ataques que vem recebendo. Segundo ele, as críticas ao casal já aconteciam desde o início da relação, principalmente por causa da diferença de idade entre os dois.

“A nossa relação sempre teve muitos haters desde o início nos atacando pela grande diferença de idade. Quando assumimos publicamente o nosso namoro, eu tinha 17 anos e ele 45 anos”, relatou.

Arthur acrescentou que Carlos sentia os impactos das mensagens negativas. “Eu nunca dei ouvidos a haters. Mas sempre foi algo que afetou o Carlos, até por ser uma pessoa que tratava a depressão e extremamente ansiosa. O Carlos diariamente tomava alguns remédios para ficar bem”, concluiu.

Relembre

A morte de Carlos Filhar foi confirmada no último dia 7 de abril por uma amiga próxima, após a repercussão de uma carta de despedida publicada horas antes pelo influencer nas redes sociais.

No conteúdo, o influenciador relatava um momento de fragilidade emocional e revisitou o período em que produziu vídeos na internet, muitos deles ao lado de Arthur, com quem também dividia conteúdos de humor.

Na mensagem deixada antes de morrer, Carlos abordou ainda o relacionamento, que havia enfrentado uma crise após a exposição de uma traição. Ele afirmou ter vivido “os dois melhores anos” de sua vida ao lado do companheiro e pediu que não houvesse julgamentos ou ataques, destacando que não guardava ressentimentos.

Busque ajuda

Está passando por um período difícil, assim como Carlos Filhar? O Centro de Valorização da Vida (CVV) pode ajudar por meio do número 188. A organização atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio, atendendo, voluntária e gratuitamente, todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, podem buscar ajuda por telefone, e-mail, chat e Skype, 24 horas, todos os dias.

O Núcleo de Saúde Mental (Nusam) do Samu também é responsável por atender demandas relacionadas a transtornos psicológicos. O Núcleo atua tanto de forma presencial, em ambulância, como à distância, por telefone, na Central de Regulação Médica 192.

Na rede pública de saúde, a assistência psicológica pode ser encontrada nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), hospitais e unidades básicas de Saúde.



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