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Novo Range Rover Transforma a Cabine em Sala de Concertos, e Só É Vendido por Convite

Ouvir música dentro de um carro deixou de ser só uma questão de volume. No novo Range Rover SV Ultra, a proposta é outra: transformar a cabine em uma espécie de sala de concertos. É esse o principal destaque da nova versão topo de linha da marca, apresentada como a interpretação mais avançada de luxo e tecnologia já aplicada a um Range Rover. E não é qualquer pessoa que pode comprar, será necessário um convite da marca para adquirir o SUV.

O ponto central dessa nova fase do carro está no SV Electrostatic Sound, sistema de som eletrostático de alta fidelidade que estreia em um automóvel pela primeira vez. Segundo a marca, a tecnologia foi desenvolvida para reproduzir a música da forma como o artista a concebeu, colocando os ocupantes “no centro” da performance.

“O Range Rover SV Ultra é uma das expressões mais refinadas do luxo da Range Rover que já criamos. Seu caráter é definido por acabamentos externos e internos exclusivos e por tecnologias de áudio inéditas no carro, que estabelecem um novo padrão de imersão e bem-estar”, afirma Martin Limpert, diretor global da Range Rover.

A arquitetura do conjunto ajuda a explicar a proposta. São 21 transdutores de película fina distribuídos pelos encostos de cabeça, encostos dos bancos e locais já usados por alto-falantes, inclusive no revestimento do teto. Esses elementos trabalham em conjunto com cinco alto-falantes de graves já existentes e com os Body and Soul Seats, criando uma experiência de áudio que a marca descreve como imersiva e de corpo inteiro.

Cada alto-falante eletrostático usa uma membrana ultraleve de apenas 1 milímetro de espessura, posicionada entre duas placas metálicas perfuradas. Segundo a Range Rover, esse sistema responde até 1.000 vezes mais rápido do que um alto-falante tradicional, o que permite som mais detalhado, com menor vibração e menor distorção. A marca também afirma que a tecnologia requer até 90% menos energia e reduz em 90% a massa em comparação com alto-falantes convencionais de bobina, além de usar zero elementos de terras raras e materiais 100% recicláveis e reaproveitados por massa.

O áudio não atua sozinho. O sistema trabalha em conjunto com os Body and Soul Seats e com o Sensory Floor, solução háptica aplicada sob os tapetes dos passageiros para ampliar a sensação física da música. O conjunto permite ainda o uso de seis programas de bem-estar, com modos que vão de Calm a Invigorating, voltados a relaxamento, foco e resposta cognitiva.

O que o carro traz

Além da tecnologia de som, o SV Ultra introduz novas soluções de acabamento. Por fora, a carroceria pode receber a nova cor Titan Silver, exclusiva da versão, desenvolvida com partículas finas de alumínio e pigmentação voltada a criar aparência de metal líquido. O modelo usa detalhes em Satin Platinum Atlas e Silver Chrome, além de rodas de 23 polegadas com insertos em Satin Platinum.

No interior, a cabine adota uma combinação em dois tons Orchid White e Cinder Grey, com uso de Ultrafabrics no lugar do couro. Os bancos recebem novo padrão em mosaico criado a laser e perfuração específica. Há ainda acabamento em rattan palm com poros abertos, cintos de segurança em Orchid White, alto-falantes SV em Orchid Pearl e soleiras com a identificação SV Ultra. O conjunto inclui também uma mesa traseira com acionamento elétrico e compartimento refrigerado integrado.

Motorização e preço

O Range Rover SV Ultra é oferecido com duas opções: P550e híbrida plug-in e P615 V8. Segundo a montadora, uma versão totalmente elétrica será apresentada mais adiante, ainda neste ano. O preço não foi divulgado, mas no Brasil a versão SV parte de R$ 2.084.350.

Ao colocar o som como elemento central da experiência a bordo, o SV Ultra amplia o significado tradicional do luxo automotivo. O foco continua em acabamento, silêncio, materiais e motorização, mas a cabine passa a funcionar também como ambiente de imersão. Nesse pacote, a Range Rover empurra o segmento para outro lugar: o de um carro em que conforto e tecnologia deixam de ser apenas suporte e passam a ser parte do espetáculo.



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